Colares personalizados: ideias para a sua próxima joia

19 março 2020

custom necklace for girlfriend

Colares personalizados são acessórios que permitem carregar lembranças especiais e deixam qualquer produção mais exclusiva. Por isso, têm presença garantida em porta-joias e estão sempre na moda.

Com o apoio da loja online getnamenecklace.com, reuni algumas ideias para a personalização de colares e elaborei este artigo para apresenta-las. É só continuar a leitura para se inspirar a ter uma joia dessas.

Confira algumas dicas de colares personalizados 

Certamente, os colares personalizados que mais se destacam são monogramas, nomes e fotos.

Monogramas

Basicamente, monogramas são a combinação de elementos gráficos, como letras e números, para formar símbolos. Ao longo da história, eles foram muito usados por religiosos, nobres e artistas.

Atualmente, os monogramas são bastante utilizadas por marcas de luxo e pela classe alta. Nos colares personalizados, eles ajudam a expressar aspectos importantes de nossas vidas e personalidades, mas de uma maneira sutil.

Palavras, nomes e letras 

Colares personalizados com palavras, nomes e letras parecem nunca sair de moda. Isso graças a novos designs, técnicas e materiais, que fazem com que o interesse das pessoas por eles se renove ao longo do tempo.

Muitas pessoas levam os nomes ou as iniciais de seus amores consigo. Na loja online getmenacklace.com, por exemplo, você pode comprar um colar com nome em ouro maciço 18k.

Fotos 

Os colares personalizados com fotos são perfeitos para pessoas que querem explicitar o seu amor por alguém ou buscam uma alternativa mais criativa. Certamente, elas não passarão despercebidas!

Mães costumam carregar pedras, pingentes ou relicários que fazem algum tipo de referência aos seus filhos. No entanto, basta uma foto deles para a produção de uma joia completamente diferente.

Espero que você tenha gostado das minhas ideias de personalização para colares! Em caso positivo, conheça o trabalho da loja online getmenecklace.com, que conta com uma grande equipe de designers para produzir joias.

Getmenecklace.com tem sede em Hong Kong, conta com um guia para medir os produtos, envia para diversas partes do mundo – inclusive para o Brasil –, oferece seguro para o envio e presta todo o suporte necessário depois da entrega. Conheça!

Argentina e Uruguai, aí vamos nós!

12 outubro 2015


Para mim, uma das coisas mais legais de viajar é a fase de planejamento. Adoro acompanhar blogs de promoções como o Melhores Destinos, passar horas vendo fotos de hostels no Hostelworld e ler as experiências de quem já passou pelos lugares que eu quero conhecer. É como se as minhas viagens começassem antes mesmo do embarque!

Mas se tem uma coisa que eu ainda não aprendi a lidar é com a ansiedade antes de ter as passagens aéreas em mãos. São elas que dão contornos reais aos meus planos e rola um verdadeiro estresse até eu conseguir comprar. Quero boas datas e preços razoáveis, mas quase nunca consigo esperar até o melhor momento de fechar o negócio, sabem?

Pois bem, na última semana não foi diferente. Já estava de olho nas passagens para a Argentina e o Uruguai há um tempinho, então levei um susto quando os preços começaram a subir rapidamente. A partir daí, passei a acompanhar as mudanças várias vezes ao dia e resolvi comprar quando encontrei um valor razoável saindo de Porto Alegre.

Sim, é oficial! Vamos visitar Argentina e Uruguai no começo do ano que vem, amigos!

Mas por enquanto, a única coisa que sabemos é que vamos ficar fora por dez dias. Devemos reservar os hostels só no mês que vem. Até lá, precisamos decidir quanto tempo vamos ficar em cada cidade (Buenos Aires, na Argentina; Colônia do Sacramento e Montevideo, no Uruguai) e rezar para que as Aerolíneas Argentinas parem de ficar mudando os horários dos nossos voos, hahaha.

Estou muito feliz com o fato de que essa viagem finalmente vai sair do papel e prometo que vou falar mais a respeito dos meus planos a partir de agora. Mas também quero ouvir vocês! Alguém aí já viajou pela Aerolíneas Argentinas e pode contar como foi essa experiência? Tem sugestões de hospedagem ou passeios em qualquer um dos dois países? Quero saber!

Diário de bordo: conhecendo Munique

09 outubro 2015

Relaxando no Englisher Garten

Munique é a terceira maior cidade da Alemanha e a capital da Bavária. É também a casa original da Oktoberfest, a sede da BMW e, infelizmente, a capital do movimento Nazista. Apesar de ser uma das cidades mais famosas do país, não me encantou tanto quanto as pequenas cidades que visitamos enquanto estávamos na região.

Meu maior problema com Munique é que ela não era nada do que eu imaginava. Sempre que via fotos da cidade, eram aquelas casinhas de enxaimel, ruas estreitas e com cara de antigas; mas é, na verdade, uma metrópole em todos os sentidos. Os prédios são grandes e ostentosos, as ruas são largas e cheias de carros. Nada das tão tradicionais casinhas. Então, fiquei um pouco decepcionada.

Lá, ficamos no segundo pior hotel da viagem, o NH Deutcher Kaiser, bem em frente à estação de trem. Os quartos até que não eram tão ruins, mas certamente não valiam o preço que pagamos se comparados aos hotéis que ficamos em outras cidades. Além disso, ficava entre um prostíbulo e uma casa de jogos, onde tinha gente fumando constantemente na frente. Bem desagradável. Mas era muito próximo do centro histórico, o que facilitou bastante a nossa locomoção.

O prédio mais charmoso da Kaufingerstrasse

O prédio da prefeitura na Merienplatz, que estava em obras.

Rathaus-Glockenspiel

A cidade é muito bonita. Começamos explorando pela Kaufingerstrasse, que é meio que a rua principal, até chegarmos na Marienplaz. Essa praça é onde fica a prefeitura de Munique, um prédio em estilo neo-gótico construído entre o meio do século XIX e o início do XX. O Rathaus-Glockenspiel é uma atração à parte: consiste em um show de bonecos de madeira que encenam o casamento do Duque Guilherme V com Renata de Lorraine cada vez que o relógio marca 11h, 12h e 17h.

Teatro Nacional, lindo demais

Feldherrnhalle

Passamos na Frauenkirche, que estava em obras, e caminhamos até a Max-Joseph Plaz, onde fica o Teatro Nacional de Munique, foi construído de acordo com as especificações do compositor clássico Wagner. De lá, seguimos para a Odeonsplatz, onde fica o Feldherrnhalle, um monumento de guerra que foi cenário do Putch da Cervejaria, uma tentativa de golpe do Partido Nazista que terminou na prisão de Hitler, em 1923.

Bayerische Staatskanzlei, ou a Chancelaria Bávara

Papai e uma Ferrari na subida para a Maximilianstrasse

Passamos também em frente ao prédio da Chancelaria Bávara, onde existe um monumento em homenagem aos soldados mortos durante as duas guerras mundiais. Descemos até a Maximilianstraße, uma das avenidas reais, que eu carinhosamente apelidei de “a rua da riqueza”. Lá, ficam todas a lojas de marca, hotéis de luxo e carros top de linha que você puder imaginar. É de chorar! Essa avenida segue pela ponte Maximiliansbrücke e termina no Maximilianeum, um enorme palácio que hoje serve como parlamento estadual da Bavária.

Königsplatz

O Glyptothek no seu estilo grego

Já no segundo dia, ao invés de irmos ao centro histórico, seguimos ao norte até a Königsplatz. Essa praça foi construída no século XIX e é considerada um centro cultural da cidade por abrigar diversos museus, como Glyptothek, com esculturas gregas e romanas, o Staatliche Antikensammlungen, ou Museu de Coleções da Antiguidade e, um pouco mais afastadas, as Pinacotecas Nova, Antiga e Moderna.

Siegestor

Seguindo mais um pouco, chegamos ao Siegestor, ou Portão da Vitória, comissionado pelo rei Ludovico I da Bavária no século XIX. Este portão foi, originalmente, um símbolo de bravura do exército Bávaro, mas hoje representa lembrança de paz, já que foi bombardeado em 1945, e reconstruído apenas parcialmente, assim como a Igreja Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche de Berlim. De lá, partimos para o meu local favorito da cidade, o Englisher Garten.

A Torre Chinesa

Monopteros

Munique vista do Englisher Garten

Este parque é simplesmente gigantesco, um pouco maior que o Central Park de Nova York, para vocês terem uma noção. Então, vimos apenas uma pequena parte dele, que já serviu para me encantar. Caminhamos até a torre chinesa, uma construção em estilo oriental que abriga mesas de piquenique e fica próxima à praça de alimentação. Depois, fomos até o Monopteros, um coreto em estilo grego que fica em cima de uma colina e tem uma vista incrível do parque com a cidade ao fundo. Por último, a parte mais curiosa, a Baía dos Surfistas.

Tem surf na cidade!

Dentro do parque tem vertentes artificiais do Rio Isar, que corta a cidade, e em um ponto, no fim, um sistema de bombeamento de água produz ondas. Ali se reúnem os surfistas nos dias quentes, com todo o aparato, e vão se revezando para aproveitar ao máximo as ondas enquanto os turistas observam, torcem e filmam.

Saindo do parque, chegamos na Prinzregentenstrasse, uma das quatro avenidas reais da cidade. Nela ficam o Museu Nacional da Bavária e o Museu Nacional de Arte, esse último uma construção Nazista, que se chamava na época Museu de Arte Germânica. De lá, passamos pelo Hofgarten, ou Jardim da Corte, que é um pequeno parque com um coreto no centro, onde tinham várias pessoas dançando dança de salão no meio da tarde. Achei o máximo!

Tão bonito, mas tão longe de tudo

Para finalizar o dia, atravessamos a cidade de metrô para chegar à Alianz Arena. Esse é o estádio dos times de futebol FC Bayern München e TSV 1860 München. Infelizmente, quando chegamos lá, as tours por dentro do estádio estavam esgotadas, então só vimos por fora e visitamos a loja mesmo, onde eu fiquei cobiçando uma camiseta do goleiro Neuer.

No terceiro dia de viagem, quando estávamos planejando ir visitar os castelos ao sul, eu passei mal. Ainda não sei o motivo, se foi a cerveja que estava tomado todo o dia ou se foi a comida apimentada do almoço anterior; só sei que fiquei quase o dia todo com dor no hotel e o passeio miou. Meus pais deram uma volta pela cidade e eu me arrisquei a sair apenas no final da tarde.

Heiliggeistkirche e as suas "nuvens"

Quando encontrei com eles, me mostraram uma igreja muito legal, a do Espírito Santo (Heiliggeistkirche), que tem uma parte interativa onde você pode fazer pedidos ao dar nós em cordas brancas espalhadas. Depoi, elas são penduradas no teto formando nuvens. Achei lindo e divertido, assim como os pufes espalhados por lá, onde os turistas paravam para descansar. Depois disso, fomos à Viktualienmarkt, uma feira a céu aberto onde você pode encontrar todos os tipos de frutas, verduras, queijos, embutidos e comidas de rua que puder imaginar.

Pensei que daria para contar toda a Bavária em um post só, mas acabou sendo muita coisa. Prometo que o castelo de Neuschwanstein vai dar as caras por aqui na semana que vem, hehehe. E aí, curtiram Munique? Conta para a gente!