Diário de bordo de São Paulo - Sétimo dia

05 agosto 2011


Então que eu acordei realmente doente no nosso último dia de passeio por São Paulo e dessa vez não teve jeito, precisamos fazer vários cortes no pobre roteiro. Os sacrifícios do dia envolveram o Museu do Futebol e, pela terceira vez, o Outback. Aí passei a manhã escondida em casa, enquanto as meninas se ocupavam de umas comprinhas. E quando digo escondida, era escondida mesmo; toda vez que o telefone começava a tocar eu meio que saía de perto, com vergonha de atender.

O bom de ter ficado em casa, além do descanso, foi ter almoçado por lá. Depois de alguns dias almoçando constantemente fora, já tava sentindo falta de algo que se assemelhasse à comida da minha mãe. Dynha quem se encarregou disso, enquanto Gabi fez brownies para a sobremesa e eu fiquei zanzando por ali. Já tinha falhado epicamente na cozinha com um chocolate quente lá não muito doce, então nem me arrisquei a ajudar.

Devidamente alimentadas e arrumadas, pegamos um ônibus e fomos para o Museu do Ipiranga, vulgo Museu Paulista. Nem preciso dizer que babei pela arquitetura do prédio, né? Como vocês podem ver na foto de abertura do post, é maravilhoso. E ele é tão escondido que quando tu chega lá, mal consegue acreditar nos teus próprios olhos. Dos museus que visitei esse foi o único que paguei, mas estudantes têm direito a meia-entrada. Já estudantes da USP, sortudos, não pagam.

Infelizmente não pude aproveitar a visita do jeito que queria, porque passei realmente mal lá pelas tantas. Algumas das salas não são muito bem ventiladas, então fica meio difícil de respirar. Ainda assim, vi uma ou outra coisa que me permitiram surtos parecidos com os que tive no MASP, e uma dessas coisas foi uma carta da Rainha Victoria. Sim, gente. Tem uma carta de uma rainha da Inglaterra lá. E eu correria logo pra ver a dita-cuja, se fosse vocês, porque, pelo que eu entendi, ela só está lá porque tão rolando disputas judiciais pela posse dela.

Voltamos pra casa logo depois da visita e, mais à noitinha, fomos até São Caetano comer cachorro-quente. O negócio é que não era um mero cachorro-quente, não, e sim uma lanchonete especializada apenas em cachorro-quente. Chama-se O Rei do Dog, fica na Avenida Goiás, 593, é muito bonitinha e eu recomendo com força. Dynha e eu até ficamos com vontade de nos mudarmos pra São Caetano, depois de termos ido lá!

2 comentários

  1. Que droga, ficar doente assim.

    Acabou o relato? E o esmalte? To curiosa mesmo!

    Bjinhos,

    Ju

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  2. Não acabou não, Ju, tem mais um post! Haha. :)

    :*

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