Intercâmbio em Londres: a experiência da Maíra


Na semana retrasada, enquanto trocava o layout do blog e ajustava os últimos detalhes, recebi o comentário de uma leitora que já tinha feito intercâmbio em Londres e se dispôs a me ajudar com eventuais dúvidas que apareçam durante o planejamento da viagem. Passadas as minhas provas na faculdade, mandei um e-mail pra ela perguntando se, além disso, ela me dava algumas dicas mais básicas, que pudessem ser compartilhadas aqui. Pois bem!

O nome da moça é Maíra Roman, ela tem a minha idade e faz faculdade de Jornalismo em São Paulo. Só imaginem a minha vergonha em “entrevistar” uma jornalista em formação, haha. Na época do intercâmbio, Maíra tinha dezesseis anos e fez aniversário durante sua estadia na terra da rainha, que durou de novembro de 2006 até março do ano seguinte.

Considero o relato dela muito interessante, especialmente por conta dos contratempos que fizeram com que ela tivesse de se “reinventar” para aproveitar a estadia em Londres. Suponho que este seja, afinal, um dos aspectos mais interessantes num intercâmbio. Ainda assim, com o perdão do spoiler, juro que morri de raiva da host family e acho que todo mundo vai sentir a mesma coisa.

Torço para que o relato seja tão útil para vocês quanto foi pra mim. Caso surjam mais dúvidas ou curiosidades, basta deixar um comentário aqui que eu repasso tudo pra Maíra. E, claro, se vocês também tiverem experiências de intercâmbio ou de viagens e quiserem compartilhar, o formulário de contato do blog está à disposição. Eu ficaria realmente feliz em poder ler outras perspectivas!


Por que Londres?

Sempre amei Londres. Aquela coisa de amor infantil e sem fundamento. Eu sempre quis passar um tempo por lá. O tempo foi passando e a ideia nunca saiu da minha cabeça. Aos 14 anos, fui para Londres em um mochilão pela Europa com a minha mãe (eu fiz ela mudar o roteiro todinho para chegar lá.. ela queria me matar!). Logo no primeiro dia tive a certeza que iria voltar. E assim foi... Quando estávamos decidindo sobre meu intercâmbio, minha mãe me deu a opção de passar um ano no Canadá, seis meses nos EUA, ou um pouco menos em Londres – infelizmente, Londres é mais caro mesmo, o que limitava meu tempo. Era 2006 e a libra estava em um valor estratosférico em relação ao real. Ainda assim, não demorei muito para escolher. E não me arrependo. Voltei para Londres depois do intercâmbio, e me senti em casa novamente.


Como foram os preparativos para o intercâmbio?

Foi tudo muito tranqüilo, sem estresse. Fechei tudo com uma agência chamada Connection Line, de São Paulo. Estudei a possibilidade de estudar em diversas escolas, mas a agente me indicou uma em especial, que é tradicional na cidade, que se chama Hampstead School of English, no norte da cidade. Havia várias opções de curso, mas eu escolhi uma que tivesse a tarde livre, exatamente para passear bastante. A escola é incrível, e desde o primeiro momento mandou documentos, email de boas vindas, e, uns quatro meses antes da minha partida, mandou as informações sobre a família. Eu, naquela expectativa toda, já comecei a fantasiar sobre ter uma "família inglesa", dessas de intercâmbio mesmo, uma família acolhedora e tudo mais. Infelizmente não foi bem assim, mas a equipe da escola esteve sempre disposta a me ajudar!



Como era a tua vida de intercambista? As melhores partes e as nem tão agradáveis assim?

Olha, vou dizer que nos primeiros dias, a gente abre o olho e pensa "o que eu vim fazer aqui?". É aquela cosia de tentar se estabelecer em um lugar novo. Eu também tinha a segurança de ter uma amiga da família que mora lá com os filhos, mas ela estava no Brasil pelos dois primeiros meses de intercâmbio, então não poderia contar logo com ela. Logo nos primeiros dias, comecei a lidar com a decepção de que a minha família não seria o que eu estava imaginando. A "mãe", já no segundo dia de intercâmbio, veio para mim e falou "Maíra, quando você estiver em casa, não fique muito nos 'lugares comuns', pode ser?" Ou seja, se eu estivesse em casa, não poderia ficar na sala, ou convivendo com a família. Eles estipularam um horário separado para o meu jantar também, de forma que eu não ficasse com eles.

Como eu cheguei alguns dias antes do início das aulas, nem pensei em recorrer a escola, então nos primeiros dias, comecei a passear pela cidade para "afogar as mágoas" e pensar nas minhas opções. Rolou de tudo: ligações chorando pra casa, uma virose horrenda - já testei os remédios gringos! - e muita, mas muita reflexão sobre o que eu estava fazendo ali, e sobre mim e minha personalidade.

Então as aulas começaram. Fiz o teste de nível, conheci o pessoal da escola e tudo mais. Conheci gente do mundo inteiro, e perguntei sobre a família do pessoal que estava na classe comigo. Algumas pessoas estavam em estúdio - que é tipo um flat de estudantes -, mas dentre as pessoas que estavam em casas de família, havia aquelas que estavam amando, mas eu descobri também algumas que tinham problemas. Uma estava em uma casa suja. Outra tinha uma mãe histérica. Outra não gostava dos pêlos do gato.

Aí me dei conta. Era mesmo tudo uma questão de sorte - e tentativa.

A escola me procurou para saber o que eu estava achando, e eu falei pra eles que estava com problemas com a família. Eles me ofereceram para trocar - era só preencher outro formulário e eles veriam onde me encaixar. Mas foi aí que tomei a decisão que mudou meu intercâmbio: decidi ficar onde estava.

Para mim, foi a melhor coisa, no final, ter uma "família" ausente. Eu sou muito caseira, então talvez se o pessoal tivesse sido receptivo, eu ficasse demais com eles, e aproveitaria menos a cidade. E achei que, se me forçasse a ficar lá, não ia ter vontade de ficar em casa. Decidi que minha casa não era a casa deles, era Londres mesmo. Então não troquei de casa e não parei um segundo sequer.

No entanto, acho que essa primeira - e única - decepção foi a pior fase. A partir do momento que eu tomei a decisão de que não precisava de uma "família", foi só alegria. Eu ia para a aula pela manhã, saía uma hora da tarde, almoçava qualquer coisa com os amigos da escola, passeava pela cidade, em museus, etc. No final da tarde, voltava para minha casa, jantava e saía novamente, para um pub ou balada. Eu era menor de idade, mas fui emancipada antes da viagem, então pude entrar em várias baladas que não poderia. Nos pubs locais eles normalmente não checam, ao não ser que a pessoa pareça muuuito mais nova. Mas não tive nenhum problema em relação a isso - só que vale um pouco de cuidado para os menores de idade!

No último mês de intercâmbio, fui para a casa dos amigos da minha família. Ele é inglês e ela brasileira, mas como nos conhecemos há anos, eu pude, enfim, casar a cultura local com mais carinho e convivência.

Vale lembrar que essa foi uma experiência minha, pessoal. Sei de muitas famílias pra lá de fofas. No caso da minha host family, eles eram imigrantes irlandeses que tinham se mudado pra Londres a contragosto. Então eles eram amargos mesmo com a vida, sentiam falta da Irlanda. E depois eu comecei a sacar que eles só recebiam intercambistas pelo dinheiro. É importante, então, nas conversas com a família antes da partida, dar umas indiretas nesse sentido, para saber se a família recebe pelo conhecimento, ou pelo dinheiro. Eu sei também que na Inglaterra as famílias recebem mais dinheiro por receber intercambistas do que nos EUA ou Canadá, por exemplo. Isso pode ser determinante em alguns casos!



Como foi lidar com o inglês?

Foi tranqüilo. Eu já tinha feito alguns anos de aulas de inglês antes de ir, então só tive que me adaptar ao sotaque britânico. Confesso que nos primeiros quatro dias fiquei um pouco perdida com a entonação e com a velocidade - que são muito diferentes do inglês americano que eu havia estudado, e que estamos acostumados em músicas, filmes e seriados. Mas é uma questão de pegar o jeito. De todas as línguas que um intercambista tem que lidar, o inglês deve ser a mais fácil, até pela presença que ele tem no nosso dia a dia no Brasil também.


Quais são os lugares imperdíveis a serem visitados em Londres, na tua opinião?

A cidade toda! Brincadeira, mas antes de qualquer ponto turístico em especial, eu acho que, para realmente conhecer Londres, você tem que passar um tempo em um lugar só. Explico. A cidade tem, obviamente, atrativos turísticos para todos os gostos. Mas eu acho que para realmente conhecer essa cidade, é preciso observar. Seja em uma das seções da renomada loja Harrods, ou em um banquinho no meio de Kensington Gardens ou do Green Park, o importante é conhecer de fato a rotina, a polidez e a mistura de gente que a gente encontra em Londres.

O British Museum é imperdível e, para quem ama a cidade em si, o Museum of London (um museu da história da cidade desde a sua fundação) também é bem interessante - porém bem menor do que os de “grande porte”.

Como eu sou rata de biblioteca, a British Library era um dos meus locais preferidos. Lá estão expostos manuscritos de Lewis Carrol (sim, o original da Alice!), de Jane Austen (um livro sobre a história inglesa que ela escreveu ainda adolescente e é inédito o Brasil), além da biblioteca em si, que é gigantesca e enche os olhos de qualquer mortal.

Também é imperativo assistir a um musical na West End. Não é a Broadway, mas as produções não perdem em nada - nadinha mesmo - para as americanas. Pelo contrário: em muitos casos, rola um intercâmbio dos diretores das peças, da equipe de figurino, etc. Então é tudo de mais maravilhoso mesmo!

Ah! E os mercados de final de semana... Camden Town, Old Spitalfields (que é coberto, para os dias de chuva!), Portobello, Covent Garden... Para quem vai ficar mais tempo na cidade, quanto mais, melhor.

Para fugir dos programas excessivamente turísticos, eu indico um pub local (perto de uma área residencial) e um passeio por um dos parques dessas áreas residenciais para descontrair. São lugares mais afastados do "centrão", onde se pode ver locais esticados numa canga em plena grama ao menor sinal de sol! Garanto que esse é um momento que a gente se sente mais brasileiro do que nunca, com nossos costumes tropicais...

35 comentários

Evelyn

Choquei com essa família esquisita! Acho que foi super má sorte dela pq de todos os relatos que eu já ouvi ninguém teve experiência parecida.

Anyway....adoro ler/ouvir relatos que pessoas que já foram!

Bjs!
http://newromantic.net

27 de outubro de 2011 12:50

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Mylla

Acho que acontece, né? Escolher uma família pode acabar sendo meio que roleta russa. Foi a associação que eu fiz. Haha.

:*

27 de outubro de 2011 12:53

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Lorenna

Ahhhhhhh! Também quero.

Bj
http://www.garotasdizem.com/

27 de outubro de 2011 13:55

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Garotas Dizem

Disse blogs grandes, porque com pequenos já faço. Mas esses são os afiliados, que estão lá na página inicial. Blogs grandes me trariam mais visitantes, que é o que preciso ultimamente. hehehe

Beijo
http://www.garotasdizem.com/

27 de outubro de 2011 14:14

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Mylla

HAHAHA, entendi! Tenho problemas sérios diferenciando afiliação de parceria, etc, etc. Nem liga, Lore. :P

Certamente visitarei os afiliados do GD em breve. :)

:*

27 de outubro de 2011 14:18

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Jéssica

Nossa, lendo essa história eu me identifiquei com diversas coisas. Eu estou fazendo intercambio na Irlanda, e eu sei de muitas pessoas daqui que tiveram que ir pra Inglaterra e não conseguem voltar por diversos problemas financeiros. Quando eu fui passar alguns dias em Londres também optei ficar na casa de uma pessoa que me causou a maior decepção e problema da viagem. Ele era um italiano que tinha se mudado, e só recebia pessoas por dinheiro também (mas eu fugi de lá quando vi que era roubada). Intercambio com certeza não é como muitas pessoas imaginam, perfeito. Nós passamos por vários problemas, mas o certo é isso mesmo, tentar tirar proveito das situações. Eu amei Londres, mas não sei se faria um intercambio para lá, justamente por que achei a cidade estupidamente cara, e as pessoas não tão receptivas com turistas como são na Irlanda. Concordo que tem tanta coisa para conhecer em Londres, que é necessário viver lá mesmo para realmente sentir o clima e curtir as coisas boas que tem lá mesmo, não apenas museu de cera e London eye, como a maioria dos turistas conhece apenas. Londres vai muito além disso.
Beijos

doceeuropa.blogspot.com

27 de outubro de 2011 15:07

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Mylla

HUAHAUHUAHA, pior que eu fico tri insegura quando vocês falam isso, Jéssica. Acho que vou fazer uma viagem a turismo e deixar intercâmbio pra próxima. Quem sabe New York. :P

:*

27 de outubro de 2011 15:12

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@samylesousa

Achei bem interessante Londres, não para intercambio (pq no meu caso nunca daria certo) mas sim para turismo mesmo, uma semana lá já seria ótimo...

28 de outubro de 2011 10:06

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Dinha Cavalcante.

Nossa, que tenso. Eu estou pensando em fazer intercambio, estou pesquisando e tudo mais. Mas eu já sei com quem eu ficarei - se eu realmente fizer, se Deus quiser - e quanto a isso não tenho problema haha
http://www.dinhacavalcante.com/

28 de outubro de 2011 10:09

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Mylla

Então tu já foi pra Londres, Samy? Se quiser compartilhar alguma informação que eu possa publicar, seria muito legal! :)

:*

28 de outubro de 2011 10:10

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Mylla

Intercâmbio pra onde, Dinha? Queria conhecer alguém que more por lá, muito certo que eu optaria por um intercâmbio sem nem pensar duas vezes. :D

:*

28 de outubro de 2011 10:11

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Juliana Minotto

(Acho que meu recente comentário não foi postado, então vamos lá again)

Uma dúvida: podemos roubar os manuscritos de Lewis Carrol na British Library? HAUAHAUAHAUAHAUHA

Amei esse relato, Londres é cada dia mais parecido com aquilo que eu imagino! *--*

Tenso essa parte da host family, que bom que ela consegui não se prender a esse problemas, mas é uma dica bem válida pra quem vai fazer intercâmbio então.

E vou anotar essas dicas de lugares, caso eu vá para Londres um dia - e irei! =D

Beeeijos

28 de outubro de 2011 12:04

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Mylla

Acho que roubar uma coisa dessas te renderia uma deportação, hein, Ju? HAHAHAHAHA. XD

Todos vai pra Londres! \o/

:*

28 de outubro de 2011 12:08

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Mia

Cada vez mais me convenço de que TENHO de ir para Londres. Desde pequena sempre fui fascinada por lá, e quanto mais eu descubro, mais me fascino. E a questão da família, bem, com certeza ela tomou a melhor escolha, porque se fosse uma família bem afetiva, talvez ela nem aproveitasse tanto a viagem. Amei essa entrevista, de verdade. Bjo.

http://miasodre.blogspot.com/

28 de outubro de 2011 15:05

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Mylla

Que bom que gostou, Mia! Tentarei outras entrevistas ao longo da vida do site, prometo. Haha. :)

:*

28 de outubro de 2011 15:37

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Bruna

Adorei esse relato de experiencia, eu particularmente sou louca para fazer intercambio e acho que não iria dar conta de ficar com uma família desse jeito, porque eu sou muito apegada, preciso de carinho sempre. Adorei o blog :*

28 de outubro de 2011 20:25

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Mylla

Que bonitinha, Bruna! Hahaha. No teu caso, o contato com família antes da viagem acaba sendo decisivo, né? Presta bem atenção nisso antes de embarcar. :)

:*

28 de outubro de 2011 20:49

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backtojuly

Nossa, que bacana esse post, também gostei das dicas que você deu sobre a argentina, eu queria dar uma passeada por lá, mas depois de saber da carne mal passada, tô fora!

Muito bem explicadinha a viagem dela, pena que ela deu azar lá com a família, ninguém merece isso, credo! Que falta de educação né? O bom é que ela aproveitou muito de londres, ela soube aproveitar a pedra no caminho ;P Amei as dicas dela e a entrevista ficou muito boa! Curti muito!

29 de outubro de 2011 02:40

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Mylla

Ah, mas mesmo com a carne mal passada, vale a pena conhecer a Argentina! Só que aí é mais uma coisa a se preocupar antes da viagem, né? Questão de um pouco de pesquisa. o/

Eu também acho meio sem noção, por parte de uma host family, fazer esse tipo de coisa. Acho que os critérios pra aceitarem famílias deveria ser um tanto mais rigoroso - se bem que eu nem sei direito como fazer, haha.

:*

29 de outubro de 2011 10:40

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Jaannah

Hey flor seguindo aqui ,seg la se gostar bjbj
http://quasepuberdade.blogspot.com/

29 de outubro de 2011 12:23

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Julie Duarte

A-M-E-I a entrevista *-* Gente, eu sou LOUCA pra conhecer Londres e, se Deus quiser, tô lindo pra lá logo logo *-*
http://www.prontaparacrescer.com/

29 de outubro de 2011 16:44

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Mylla

Eu também, Julie! HUAHUAHUHA.

:*

29 de outubro de 2011 16:54

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carol

Londres parece ser um ótimo lugar pra ir *o*
eu vou ej=m janeiro pro canadá fazer intercambio e estou SUPER animada hihi
seguindo blog, bjs.
www.devaneiosdeumagarota.com

29 de outubro de 2011 22:14

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Mylla

Ai, Carol, que lindo! Boa sorte no Canadá. E se quiser me dar uma pequena entrevista depois, curtirei bastante. HAHAHA. :)

:*

29 de outubro de 2011 22:26

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Natália Puga

Oi, Kamylla!
Acompanho o blog há um tempinho e adorei a entrevista! Vou fazer um intercâmbio pra Londres no final do ano e escolhi ficar numa residência estudantil, então pelo menos por esse problema não passo haha!

Beijos

http://keepcalmandtravel.blogspot.com/

30 de outubro de 2011 02:58

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Mylla

Bá, Natália, como tu só vem me dizer hoje que vai fazer um intercâmbio pra Londres, mulher! HAHAHA. Acompanharei o teu blog com toda certeza! \o/

Boa sorte por lá. :*

30 de outubro de 2011 10:49

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João Batista de Lacerda

Para mim o intercâmbio ficou só na vontade, mas o meu exemplo não deve ser seguido!

31 de outubro de 2011 13:33

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Mylla

De agora em diante eu vou sempre lembrar do teu comentário quando pensar em desistir das minhas pretensões de intercâmbio, João. Sério mesmo. Obrigada!

31 de outubro de 2011 13:36

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Kelly

Eu acho lindo Londres!
Beijo.
________
http://classicheap.blogspot.com/

9 de novembro de 2011 11:25

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Luciana Sousa

Olá, tudo bem? Estou fazendo intercâmbio na Irlanda e estou pensando em me mudar para Londres, adorei conhecer o seu blog, já estou seguindo.
Tb tenho um blog sobre o meu intercâmbio, o link abaixo é sobre a viagem eu fiz à Londres no final do ano, afinal fica do ladinho da Irlanda, hehe.

http://jornadapelairlanda.blogspot.com/2012/01/4-dias-em-londres.html

Att,

Luciana Sousa

14 de março de 2012 21:47

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Ca & Ra

Olá, então, já estou programando e está quase tudo certo pro meu intercâmbio em Londres em Janeiro do ano que vem.. eu tirei várias dúvidas sobre tudo que a Maíra nos falou e fiquei muito contente, agora.. queria pedir se ela tem algumas dicas de brechós bacanas em Londres? me falaram que tem um melhor que o outro e eu sou amante de brechós. Beijo

22 de junho de 2012 17:13

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Mylla

Só vi teu comentário agora, Ca, mas como tu ainda não foi viajar, vou tentar entrar em contato com a Maíra e qualquer coisa eu te aviso!

:*

5 de setembro de 2012 12:19

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